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IMPORTAÇÃO CONTRADITÓRIA

Há quinze anos não se cogitava a possibilidade da balança comercial brasileira encontrar-se com saldo negativo. No entanto, no fim do ano passado, isso passou a ser uma realidade, visto que o país perdeu (e muito) a competitividade na indústria manufatureira mundial.

Além disso, o país passou a ficar ainda mais dependente da alta tecnologia de outros países, o que é, de certa forma, contraditório, já que o mercado consome e exige cada vez mais produtos de última geração.

De acordo com os dados coletados sobre os encanadores sp pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), é nítido o déficit gerado pela importação desses produtos, se comparados os números de janeiro a junho deste ano com o mesmo período de 2012, registro de aumento de 16,3%.

A realidade vivida pelas crianças da década de 80 e 90, comparada com as das crianças de hoje, pode ser muito diferente uma das outras. No entanto, certos fatos permanecem inacreditavelmente iguais ou semelhantes.

Um desses fatos é a quantidade de brinquedos nas mãos das crianças fabricados na China. Era comum nos nãos 90 ler-se “made in China” na grande maioria dos brinquedos. No entanto, isso pode ter se tornado ainda mais frequente e comum, visto que dos brinquedos importados pelo Brasil, 90% são fabricados na China. Tal realidade só é possível devido à crise econômica instaurada no país, que ganha proporções ainda maiores conforme os dias passam.

A galeria do ass

Não gostava de abrir aquela caixa, mas seus olhos já se inundavam de pesar. Normalmente ele a deixava em um canto do armario escondida como os seus pensamentos sobre ela. No entanto, o cano do revólver apontado em sua nuca o forçava a pensar o contrário. Aos poucos calculava os segundo que ainda tinha de vida assim que o homem encapuzado descobrisse a verdade. A raiva escapou pela garganta de seu torturador. Onde está os encanadores?, disse ele perdendo as ultimas gotas de paciência que tinha, mas o homem aflito não conseguia responder, não por estar com medo, mas sim por ser verdadeiramente culpado.

Sua mente fria e psicopata era culpada por derramar diversas lágrimas e muitas delas eram do homem que apontava a arma para sua cabeça. O item procurado era o óculos que sua noiva usava na noite em que desapareceu, e eles estavam naquela caixa. O assasino pensou, se ao menos conseguisse uma distração para alcançar a faca na estante estaria livre da vingança de seu crime. Então fez a unica coisa que sabia fazer, mentiu. Jurou por sua vida que o levaria até ela, que ainda estava viva, mas que para isso ele também precisava estar. O intruso concordou com lágrimas escorrendo de seu rosto marcado pela tristeza. O homem se levantou e se dirigiu vagarosamente em direção a estante. Agarrou a faca e partiu para cima do pesaroso noivo. A vantagem da surpresa ficou clara quando a faca arrancou um naco de pele da barriga do jovem. Mesmo com o golpe ele teve força e agilidade o suficiente para evitar que ele fosse letal. Caído no chão o assassino pulou em cima dele e tentou cravar a adaga em seu peito, mas, mesmo caído teve forças de impedir o punhal há alguns centímetros de sua pele.

O embate de forças parecia estar perdido quando o psicopata disse que aquela era a mesma faca com a qual havia cortado a garganta de sua futura esposa. Uma explosão de ira irrompeu dentro do ex-noivo e com ela uma força sobre-humana. O assasino foi jogado para trás e bateu a cabeça na porta do armário quebrando-a. A caixa caiu sobre seu corpo confuso pelo golpe. O jovem a agarrou e retirou a tampa revelando os óculos perdidos. Sem olhar duas vezes pegou o revólver do chão e disparou seu pente inteiro no peito do assasino. Virou as costas para seu corpo sem vida e foi embora daquele sarcófago.

A conta é simples

Todo mundo sabe que o país está em crise. Mas até que ponto isso afeta a exportação? Como em toda crise, oportunidades surgem àqueles que ousam arriscar. Existem empresas que têm exportado mais e lucrado mais nesses tempos de economia fragilizada. O mercado interno pode não estar bom, mas a desvalorização da moeda frente à instabilidade política faz com que as exportações cresçam.

A conta é simples: se, antes, com um dólar você comprava um produto de três reais. Agora, com o mesmo dólar, você pode comprar um produto de quatro reais. Ou, pensando numa escala maior de vendas, pode adquirir mais produtos. Aproveitando a fragilidade da moeda brasileira, empresas internacionais aproveitam para comprar onde é mais barato. No caso, o Brasil.

O maior problema é que o Brasil, historicamente, sempre exportou matéria-prima e/ou commodites e importou produtos industrializados. Por isso, a balança comercial nem sempre é favorável. As importações brasileiras vêm de países mais como EUA, Inglaterra, Japão e China. Exportamos ferro, importamos carros. Exportamos minérios, importamos computador e eletroeletrônicos.

dolar arte

As importações que atrasam o Brasil. Ou, pelo menos, o que faz o país deixar de ganhar. Melhores condições para as indústrias gerariam uma economia mais forte, menos dependente. As importações tiram o espaço do produtor nacional. É um problema, porque desestimula a indústria local. Assim, cresce a dependência das importações cada vez mais.

Outro problema das importações são os impostos. As altas taxas tributárias dificultam as importações e, pior, encarecem o preço para o consumidor final. O Brasil é um dos países que mais cobra taxas, o que, teoricamente, gera uma proteção a produtos locais. O problema é que, sem o investimento em desenvolvimento, nem a indústria nem o consumidor final ganham. As indústrias não crescem e o preço ao consumidor sai caro.

O preço de carros e eletrônicos foram do país saem bem mais barato que aqui. Não à toa pessoas com freqüência vão para Miami, para fazer compras. E isso obviamente não é bom para a indústria local – que não vende –, para o governo – que não arrecada – e para o consumidor – que paga caro. O ideal seria as taxas de importações fossem um pouco menores. Mas, paralelamente, também tivéssemos o investimento na indústria local.

Por causa das altas taxas, importar continua sendo um problema aqui. Isso não é bom pra ninguém, nem pra indústria nem para o consumidor. Talvez, o governo se beneficie com isso.

um jogo de azar

A loteria é um jogo de azar. Jogos de azar têm esse nome porque você não precisa de habilidade para ganhar. Você não precisa de nada. Só dela: a sorte. Você não precisa saber sobre a força centrípeta do movimento das bolinhas girando da gaiola. Você não precisa saber sobre a gravidade que faz a bolinha “17” cair e a “08” não. Você não precisa saber de matemática, a não ser que ganhe e precise calcular seus ganhos.

A probabilidade é pequena, mas o dinheiro é bastante. Os números certos podem aumentar os zeros da sua conta. E põe zero nisso. Já pensou o que faria com todo esse dinheiro? Viajar o mundo? Comprar uma casa? Comprar duas casas? Comprar um prédio inteiro? Você pode abrir um negócio. Você pode parar de trabalhar. Você pode fazer o que bem entender.

Dinheiro não compra a felicidade – é verdade –, mas ele ajuda, sim. Ele ajuda a te comprar tempo. E, com tempo livre, você tem tempo de sobra pra ser feliz. O dinheiro só é útil quando se tem tempo para gastá-lo. E, ganhando na loteria, você vai ter tempo e dinheiro. A chance de você ser feliz aumenta, apesar da probabilidade de ganhar na loteria ser pequena. Mas, como diz o ditado, quem não arrisca, não petisca.

loteria galeria

Por isso, arrisque na loteria. Arrisque-se na vida. Vai pra cima. Vai na sorte. E, por falar em sorte, você vai ver que o que você mais precisa na vida é ter sorte. Ou dinheiro. Com uma dessas duas coisas, você vai conseguir ter sucesso. Esforço também é importante, a não ser que você ganhe na loteria. Essas coisas são impossíveis de prever. Mas vai que você acerta. Tem gente que trabalha a vida inteira e não junta tudo isso de dinheiro.

Existem vários tipos de jogos. Escolha aqueles que têm menos participantes. Apesar de o prêmio ser menor, a chance é maior. É uma relação inversamente proporcional. Loto-mania, jogo do bicho ou qualquer outro tipo de jogo. Nas lotéricas, você pode encontrar um que tenha sua cara: que caiba no seu bolso e que você tenha mais chances. Assim, sua chance de encher o bolso aumenta também.

Sorte, tempo e dinheiro à parte; você não tem nada a perder – talvez alguns reais – e muito a ganhar. A loteria é um jogo de azar. Mas vira de sorte, se você ganhar.